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entrevista com Elemar Cezimbra- MST-PR analisando a conjuntura agraria e os desafios do MST |
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"Precisamos dar um salto de qualidade na luta pela reforma agrária" Por Luiz Felipe Albuquerque Da Página do MST A agricultura passou por uma grande transformação no Brasil nos últimos 10 anos, com o avanço do modelo do agronegócio. Esse modelo está baseado na produção de monoculturas em latifúndios, em uma aliança dos fazendeiros capitalistas com empresas transnacionais e capital financeiro, promove uma mecanização que expulsa as famílias do campo e utiliza de forma excessiva venenos, os agrotóxicos. Essas mudanças operaram transformações na base material na agricultura, que impõem novos desafios para os movimentos que lutam pela Reforma Agrária e pela agricultura familiar e camponesa. “A dinâmica da luta mudou muito e isso também nos obriga a rever todo o processo. A conjuntura da década de 1980 era uma. Hoje é completamente diferente e muito mais complexa. O inimigo de classes é muito mais poderoso”, avalia o integrante da Coordenação Nacional do MST, Elemar do Nascimento Cezimbra. |
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Nueva pelicula sobre la marcha de los sin tierra en Brasil, con legenda en espanol. |
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Titulo do vídeo:MST: O MOVIMENTO SEM TERRA E A MAIOR MARCHA DO BRASIL País:Brasil Duração:01:10:00 Diretor:Gibby Zobel Sinopse Durante 17 dias, 12.000 integrantes do Movimento Sem Terra acordaram de madrugada e pegaram a estrada BR-060, formando uma coluna de quatro quilômetros rumo à Brasília na luta pela reforma agrária. http://tal.tv/video/mst-o-movimento-sem-terra-e-a-maior-marcha-do-brasil
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Assassinato de Keno completa quatro anos |
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Nesta sexta-feira (21/10), completa quatro anos que grupo armado contratado pela empresa transnacional de sementes transgênicas Syngenta Seeds atacou trabalhadores e trabalhadoras rurais da Via Campesina. O ato de violência do agronegócio aconteceu na antiga fazenda da Syngenta, em Santa Tereza do Oeste, no Paraná, onde eram realizadas experiências ilegais com transgênicos e agrotóxicos na zona de amortecimento do Parque Nacional Iguaçu. http://www.mst.org.br/node/12597 |
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No interior de Pernambuco ainda são os “’coronéis” que mandam |
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Desaparecimento de trabalhador rural, destruição de acampamentos de Sem Terra, pistolagem, apreensão ilegal de bens. Onde o Estado não chega, impera a lei do coronelismo. No interior de Pernambuco ainda são os grandes proprietários de terra e usineiros que mandam no Estado, na polícia, no judiciário, e tem poder de vida e morte. E os poderes públicos assistem |
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Trabalhador rural ex-escravo, agora ocupa e luta pela terra no Tocantins. |
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Saiu da escravidão, ''nasceu'' de novo, e hoje ''vive a vida'' Valdeni da Silva Medeiros já foi escravizado diversas vezes. Depois de muito sofrimento, "renasceu" na luta pela terra, junto com outras famílias, no assentamento Santo Antonio do Bom Sossego, em Palmeirante (TO) |
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O fim do MST ou o fim da ética no jornalismo brasileiro |
Da Secretaria Nacional do MST A revista IstoÉ publica na capa da edição desta semana um boné do MST bem velho e surrado, sob terras forradas de pedregulhos. Decreta na capa “O fim do MST”, que teria perdido a base de trabalhadores rurais e apoio da sociedade. Premissa errada, abordagem errada e conclusões erradas. |
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Camponeses são os mais afetados por pobreza extrema no Brasil, aponta Ipea |
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Os camponesas são o grupo social mais atingido pela pobreza extrema no Brasil, revela estudo divulgado nesta quinta-feira (15) pelo Ipea (Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas). Entre as famílias consideradas “extremamente pobres”, 36% tinham como fonte de renda, em 2009, a produção agrícola. 58% dos brasileiros vivem com menos de R$ 465 por mês; "não pobres" são minoria Apesar do crescimento da renda e a redução da pobreza nos últimos anos, a maioria dos brasileiros vivia, em 2009, com menos de um salário mínimo, segundo estudo do Ipea (Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas) divulgado nesta quinta-feira (14). De acordo com o órgão, a renda per capita mensal de 58% dos brasileiros (106,9 milhões) era, há dois anos, igual ou inferior a R$ 465 –salário mínimo da época. |
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assentados do MST colhem mais de 7 mil toneladas de arroz organico no RS |
Agricultores planejam expansão do cultivo para outras áreas do Estado Nestor Tipa Júnior | nestor.junior@rdgaucha.com.br Este ano, os assentados da reforma agrária do Rio Grande do Sul colheram 7,5 mil toneladas do arroz agroecológico. O cultivo foi feito em 2,5 mil hectares e rendeu mais de 150 mil sacas. As lavouras atingiram novas áreas, como o assentamento Madre Terra, localizado em São Gabriel, e a lucratividade foi 30% acima do produto convencional |
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A concentração de terras no Brasil. Entrevista especial com Gerson Luiz Mendes Teixeira |
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Segundo dados recentes do Incra, a região sul do Brasil (e não a Amazônia) foi a que apresentou o maior incremento no número de grandes propriedades improdutivas. A informação é do engenheiro agrônomo Gerson Luiz Mendes Teixeira, que desenvolveu um estudo com o objetivo de realizar um cotejo entre os perfis das estruturas fundiárias do Brasil de 2003 e de 2010, retratados nas respectivas atualizações das Estatísticas Cadastrais do Incra. Os dados obtidos, segundo Gerson, “demonstram a falácia dos argumentos dos ruralistas sobre a necessidade de mudanças no Código Florestal para liberação de áreas para a expansão do agronegócio”. E continua: “uma vez atualizados os índices de produtividade, conforme determina a lei, teremos uma enorme ampliação do estoque de imóveis passíveis de desapropriação”. Na entrevista a seguir, concedida por e-mail, Gerson traz dados alarmantes sobre a questão da terra no país, entre eles a informação de que “contabilizamos, no Brasil, 69,2 mil grandes propriedades improdutivas, com área equivalente a 228,5 milhões de hectares”. Engenheiro agrônomo, Gerson Teixeira é ex-presidente da Associação Brasileira de Reforma Agrária – ABRA e integrante do núcleo agrário do Partido dos Trabalhadores. |
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"Fechamento de 24 mil escolas do campo é retrocesso", afirma dirigente do MST |
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28 de junho de 2011 Por Luiz Felipe Albuquerque Da Página do MST http://www.mst.org.br/Fechamentos-de-escolas-do-campo-e-umretrocesso-afirma-erivan-hilario-mst Mais de 24 mil escolas no campo brasileiro foram fechadas no meio rural desde 2002. O fechamento dessas escolas demonstra o drástico problema na vida educacional no Brasil, especialmente no meio rural. |
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